i wasn’t looking to change, i’ll never be the same

Um pouco mais de gente e um pouco menos de paisagem das férias, que estavam no filme da câmera. Essas foram tiradas com uma Olympus MJU II; derradeiras, porque em seguida ela parou de funcionar. Essas daqui foram tiradas no Rio de Janeiro, em Belo Horizonte, em Brasília e as últimas do filme são deContinuarContinuar lendo “i wasn’t looking to change, i’ll never be the same”

o espírito da gente é cavalo que escolhe estrada

Foram duas câmeras analógicas, 20 dias e cinco cidades. Saí de São Paulo para o Rio de Janeiro, de lá, com a Brunna, pra Cordisburgo, depois Diamantina, de volta a Belo Horizonte e uns dias em Brasília. Na mala, além das roupas e das câmeras, um exemplar que comprei de um homem na rua deContinuarContinuar lendo “o espírito da gente é cavalo que escolhe estrada”

you’re incandescent

Na última semana, tenho ouvido músicas de quase que só três artistas incansavelmente. Como se eu só tivesse um ou dois humores; o terceiro aparecendo para eu me sentir um pouco mais complexa. Tenho muita dificuldade em me apaixonar por coisas novas e sempre acabo correndo de volta para os braços das mesmas músicas. MeContinuarContinuar lendo “you’re incandescent”

antes que o verão me alcance

É quase verão de novo. E as cores e os sorrisos do Rio de Janeiro ainda estavam dentro de um rolo plástico, escondido dos olhos da gente. O diminuto espaço também guardava uma quantidade absurda de lembranças, algumas que eu até tinha esquecido. Meu aniversário, Carnaval, outros aniversários, festas juninas. Eu poderia jogar essas fotosContinuarContinuar lendo “antes que o verão me alcance”

na dianteira sombra venha me seguir

Das mentiras que sempre nos contam a que menos me atinge é aquela que diz que nos arrependemos não do que fazemos mas sim do que deixamos de fazer. O que deveria ser um estímulo para me tirar da cama e viver uma vida intensa, na verdade não passa de uma frase sem sentido paraContinuarContinuar lendo “na dianteira sombra venha me seguir”

um monomito para chamar de meu

Já era tarde e eu olhava para o teto do quarto escuro. Mais uma noite em que eu não conseguia dormir porque dentro de mim uma série de sensações me impediam de descansar. O corpo visivelmente cansado e a mente que não aguentava mais tanta emoção. As memórias pareciam percorrer minha extensão em fluidos eContinuarContinuar lendo “um monomito para chamar de meu”