o espírito da gente é cavalo que escolhe estrada

Foram duas câmeras analógicas, 20 dias e cinco cidades. Saí de São Paulo para o Rio de Janeiro, de lá, com a Brunna, pra Cordisburgo, depois Diamantina, de volta a Belo Horizonte e uns dias em Brasília. Na mala, além das roupas e das câmeras, um exemplar que comprei de um homem na rua deContinuarContinuar lendo “o espírito da gente é cavalo que escolhe estrada”

a maioria das pessoas

Eu tinha 13 anos de idade quando minha mãe decidiu que passaríamos os dias depois do Ano Novo em Matutu, um vilarejo na cidade mineira de Aiuruoca. Chegamos no carro 1.0 à pousada, depois de um grande esforço para subir uma dessas serras de Minas Gerais, em que o carro derrapa pela chuva de verãoContinuarContinuar lendo “a maioria das pessoas”

criativos comuns

Sair da cidade às vezes não é possível. Sair é o passo mais difícil. É carregar consigo um mundo e transportá-lo para outro lugar, nem sempre receptivo. Sair é ir além do conhecido, já nos ensinaram os nômades ancestrais. Pra sair não basta coragem; é preciso algo mais: ímpeto. A cidade nasceu da soma dasContinuarContinuar lendo “criativos comuns”

Guia de Ouro Preto, de M. Bandeira

Ouro Preto Ouro Preto é a cidade que não mudou e nisso reside seu incomparável encanto. Mariana À antiga Vila do Carmo se pode ir de trem ou de automóvel. Indo de trem, entra-se na cidade atravessando o ribeirão do Carmo. Nossa Senhora do Rosário dos Pretos Em sua História Antiga das Minas Gerais, narraContinuarContinuar lendo “Guia de Ouro Preto, de M. Bandeira”

moderno e natural

Passei algumas horas em Belo Horizonte (Belorizonte, como diria Guimarães Rosa), e fui para a Pampulha. Símbolo da arquitetura modernista, com quatro construções projetadas por Oscar Niemeyer (a Casa de Baile, o Cassino, o Iate Clube e a Igreja de São Francisco), a lagoa talvez seja o grande atrativo turístico da cidade. Resolvi deixar deContinuarContinuar lendo “moderno e natural”