o espírito da gente é cavalo que escolhe estrada

Foram duas câmeras analógicas, 20 dias e cinco cidades. Saí de São Paulo para o Rio de Janeiro, de lá, com a Brunna, pra Cordisburgo, depois Diamantina, de volta a Belo Horizonte e uns dias em Brasília. Na mala, além das roupas e das câmeras, um exemplar que comprei de um homem na rua deContinuarContinuar lendo “o espírito da gente é cavalo que escolhe estrada”

fronteiriça

“Perguntei a mim mesmo, sem muita curiosidade, se estava em Oklahoma ou no Texas ou na região que os literatos chamam de pampa. Nem à direita nem à esquerda vi cerca alguma.” Jorge Luis Borges. Utopia de um homem que está cansado. O Livro de Areia. Ovelhas pastando nas ruínas da missão jesuítica de SãoContinuarContinuar lendo “fronteiriça”