i wasn’t looking to change, i’ll never be the same

Um pouco mais de gente e um pouco menos de paisagem das férias, que estavam no filme da câmera. Essas foram tiradas com uma Olympus MJU II; derradeiras, porque em seguida ela parou de funcionar. Essas daqui foram tiradas no Rio de Janeiro, em Belo Horizonte, em Brasília e as últimas do filme são deContinuarContinuar lendo “i wasn’t looking to change, i’ll never be the same”

antes que o verão me alcance

É quase verão de novo. E as cores e os sorrisos do Rio de Janeiro ainda estavam dentro de um rolo plástico, escondido dos olhos da gente. O diminuto espaço também guardava uma quantidade absurda de lembranças, algumas que eu até tinha esquecido. Meu aniversário, Carnaval, outros aniversários, festas juninas. Eu poderia jogar essas fotosContinuarContinuar lendo “antes que o verão me alcance”

uma cidade a cantar

Três dias no Rio de Janeiro no começo do ano e todas as fotos tiradas com celular e em preto-e-branco. Parecia um tipo novo de heresia, o de tirar a cor dos trópicos efervescentes da cidade. Para compensar, enchi-me de vários outros estereótipos. Teve a fatídica cerveja e depois uma cachaça na Lapa (prometidas porContinuarContinuar lendo “uma cidade a cantar”

and we should never reject love

Na rodoviária do Rio de Janeiro, com a passagem recém-comprada de volta para São Paulo, sentei-me no balcão de uma lanchonete, enquanto comia um pão-de-queijo. Um sorriso parecia morar dentro de mim. Um sorriso profundo, um sentimento de plenitude. Eu tinha ensaiado algumas viagens na minha cabeça desde o início do ano. Pensava em irContinuarContinuar lendo “and we should never reject love”

imagens sem nome

“XIXO rio que fazia uma volta atrás da nossa casa era a  imagem de um vidro mole que fazia uma volta atrásde casa.Passou um homem e disse: Essa volta que o rio faz se chama enseada.Não era mais a imagem de uma cobra de vidro quefazia uma volta atrás da casa.Era uma enseada.Acho que o nome empobreceuContinuarContinuar lendo “imagens sem nome”