o crime do restaurante chinês

O crime do restaurante chinês começou a me cercar algumas semanas antes de eu poder lê-lo. Enquanto eu terminava os trabalhos da faculdade, o Caio se afundava nas páginas desse livro do Boris Fausto. Conhecendo meu namorado, comecei a ficar aflita pelo fato de ele ter acabado um livro com enredo policial e estar prontoContinuarContinuar lendo “o crime do restaurante chinês”

de uma vez por todas

Depois de dez anos que comecei a ler Harry Potter e a Pedra Filosofal, assisti ao último filme da série. Ter começado o primeiro livro aos 11 anos e terminado o último aos 17 me fez ter a impressão de que minha adolescência foi muito influenciada pelo menino que sobreviveu. Passei por diferentes níveis de fanatismo. FuiContinuarContinuar lendo “de uma vez por todas”

criativos comuns

Sair da cidade às vezes não é possível. Sair é o passo mais difícil. É carregar consigo um mundo e transportá-lo para outro lugar, nem sempre receptivo. Sair é ir além do conhecido, já nos ensinaram os nômades ancestrais. Pra sair não basta coragem; é preciso algo mais: ímpeto. A cidade nasceu da soma dasContinuarContinuar lendo “criativos comuns”

é tudo verossímil

Não é possível desconfiar da realidade o tempo todo. Ou talvez seja, mas não sem conseqüências trágicas. É complicado viver pensando que tudo pode ser um sonho o tempo todo ou que estamos em matrix. Há uma verdade cotidiana, em que, muitas vezes, acreditamos por falta de possibilidade de parar e fazer a crítica.A verdadeContinuarContinuar lendo “é tudo verossímil”

os terraços da memória

“Memória é vida. Seus portadores são grupos de pessoas vivas e, por isso, a memória está em permanente evolução. Ela está sujeita à dialética da lembrança e do esquecimento, inadvertida de suas deformações sucessivas e aberta a qualquer tipo de uso e manipulação. Às vezes fica latente por longos períodos, depois desperta subitamente. A históriaContinuarContinuar lendo “os terraços da memória”