vinte-e-poucos

Faço o tipo ansiosa e com a aproximação da viagem minha cabeça começou a se preencher de gavetas com categorias “coisas feitas” e “coisas a fazer”. De última hora a universidade me presenteou com uma nova categoria: a de coisas-com-as-quais-eu-não-precisava-me-preocupar-mas-agora-preciso. Assim, toda a ansiedade espalhada pelo meu corpo foi devidamente retirada das minhas células eContinuarContinuar lendo “vinte-e-poucos”

queerdrinhos

Não manjo muito da Teoria Queer. Pra dizer a verdade, manjo pouquíssimo, o que é inversamente proporcional ao meu interesse pelo que ela significa. Laerte dia desses fez uma resenha em quadrinhos sobre  um livro que trata do assunto para a Ilustrada da Folha. Evidentemente, ele é mais didático com o assunto do que euContinuarContinuar lendo “queerdrinhos”

carybé em macondo

Demorei muito mais tempo do que deveria para começar a ler Cem anos de solidão, impressionada pelos relatos de quem tinha lido e se perdido com a grande quantidade de personagens com nomes parecidos. Esse erro foi reparado nos fins do ano passado, quando resgatei da prateleira meu exemplar e li, quase compulsivamente, o textoContinuarContinuar lendo “carybé em macondo”

ausência presente

Após cem dias de internação no hospital, meu avô – com quem eu morava – morreu nessa semana. Evidentemente, não há muito o que dizer e, como de costume, tento tratar da tristeza com alguma forma de beleza. É nos resquícios materiais de sua presença que sua ausência tem sido evidenciada. Assim como acontece comContinuarContinuar lendo “ausência presente”

fronteiriça

“Perguntei a mim mesmo, sem muita curiosidade, se estava em Oklahoma ou no Texas ou na região que os literatos chamam de pampa. Nem à direita nem à esquerda vi cerca alguma.” Jorge Luis Borges. Utopia de um homem que está cansado. O Livro de Areia. Ovelhas pastando nas ruínas da missão jesuítica de SãoContinuarContinuar lendo “fronteiriça”