há fronteiras no jardim da razão

Se a viagem para a Ilha do Cardoso fosse um livro, estas fotos comporiam o prefácio, mencionando as características principais de cada personagem e criando um verdadeiro tratado sobre a ideia de boas companhias. (Aqui, estrelam Lucas, Stephanie, eu, Rafael e Tamara; os sujeitos ocultos são David e Marina). ♫ Chico Science e Nação ZumbiContinuar lendo "há fronteiras no jardim da razão"

imagens sem nome

"XIXO rio que fazia uma volta atrás da nossa casa era a  imagem de um vidro mole que fazia uma volta atrásde casa.Passou um homem e disse: Essa volta que o rio faz se chama enseada.Não era mais a imagem de uma cobra de vidro quefazia uma volta atrás da casa.Era uma enseada.Acho que o nome empobreceuContinuar lendo "imagens sem nome"

vossa excelência, o textão

Antes mesmo de ser modinha acusar adversárias de levianas, eu tinha esse medo. Sempre tive, de falar coisas desconexas ou facilmente refutáveis. Quase nunca escrevo textos no calor do momento porque abrem-se mil caminhos e fico parada no meio, não sabendo guiar as massas e muito menos as palavras. Sábia escolha ter cursado História. PossoContinuar lendo "vossa excelência, o textão"

nunca deixamos de ser românticos

Era com goles de chá e petiscando biscoitos que discutíamos como o Romantismo nunca acabou. Já era quase madrugada, mas ali estávamos, falando sobre como a nossa estrutura de pensamento é insuportavelmente romântica e que isso nada tem a ver com amor. Naquela época, para ser bem sincera, amor era a última coisa que nosContinuar lendo "nunca deixamos de ser românticos"

duas dimensões da arte

A exposição da Mira Schendel na Pinacoteca (que fica por lá até dia 18) me levou a sensações que há muito tempo eu não experimentava. A primeira delas, a de ficar tranquila em uma sala com obras-de-arte sem filas gigantes à frente ou atrás. Fui à Pinacô apenas para ver as salas que expunham obrasContinuar lendo "duas dimensões da arte"