a maioria das pessoas

Eu tinha 13 anos de idade quando minha mãe decidiu que passaríamos os dias depois do Ano Novo em Matutu, um vilarejo na cidade mineira de Aiuruoca. Chegamos no carro 1.0 à pousada, depois de um grande esforço para subir uma dessas serras de Minas Gerais, em que o carro derrapa pela chuva de verãoContinuarContinuar lendo “a maioria das pessoas”

o fora do programa

Eu tenho um costume muito particular de fazer-me perguntas supostamente sem resposta. Foi assim que descobri que gosto mais de dormir do que de comer e que, se eu pudesse, gostaria de ser Beatriz Sarlo. Não lembro exatamente o contexto, só lembro que era um momento difícil da vida, depois de formada e sem trabalho,ContinuarContinuar lendo “o fora do programa”

vou me perder, me afogar neste calor

Eu me perguntei se faz sentido essa frase de que a gente fotografa o que tem medo de perder. Eu me perguntei olhando pras fotos que se acumulam no meu HD e talvez eu fotografe justamente porque sinto que as coisas se transformam no tempo e, de alguma forma, se perdem em si. No fim,ContinuarContinuar lendo “vou me perder, me afogar neste calor”

and we should never reject love

Na rodoviária do Rio de Janeiro, com a passagem recém-comprada de volta para São Paulo, sentei-me no balcão de uma lanchonete, enquanto comia um pão-de-queijo. Um sorriso parecia morar dentro de mim. Um sorriso profundo, um sentimento de plenitude. Eu tinha ensaiado algumas viagens na minha cabeça desde o início do ano. Pensava em irContinuarContinuar lendo “and we should never reject love”

estúpida, ridícula e frágil

Outro dia eu estava tentando lembrar como chamava aquela blogueira de look do dia que posta fotos com câmera podrinha. Tentei todas as buscas possíveis no Google. Era de “35mm fashion blogger” a “analog french outfit blogger” e nada. Não fosse Jayne lembrar que a moça se chama Jeanne Damas o mistério seguiria sem solução. JeanneContinuarContinuar lendo “estúpida, ridícula e frágil”