domingo no parque

“Como é que o senhor, eu, os restantes próximos, somos, no visível? O senhor dirá: as fotografias o comprovam. Respondo: que, além de prevalecerem para as lentes das máquinas objeções análogas, seus resultados apóiam antes que desmentem a minha tese, tanto revelam superporem-se aos dados iconográficos os índices do misterioso. Ainda que tirados do imediatoContinuarContinuar lendo “domingo no parque”

vivo avoando sem nunca mais parar

Não acho que eu seja o público-alvo de filmes do Ben Stiller, mas fui ver A vida secreta de Walter Mitty em um dia de tédio profundo. Surpreendi-me: eu devo ter rido alto umas três vezes ao longo do filme e ainda concordei com o personagem do Sean Penn, o fotógrafo que passa horas esperandoContinuarContinuar lendo “vivo avoando sem nunca mais parar”

encantada por colores

Me dei conta de que essas fotografias da época do intercâmbio nunca tinham vindo parar aqui. Não entendi o porquê, já que são, de longe, de um dos dias mais incríveis daqueles tempos. Incrível principalmente porque todo mundo saiu lindo nas fotos mesmo que a gente não tenha dormido mais de 3 horas na noiteContinuarContinuar lendo “encantada por colores”

let there be justice for all

Não sei por quê, essa semana comecei a recorrer minhas lembranças sobre a África do Sul. Faz cinco anos que embarquei para a Cidade do Cabo, onde morei por um mês. Foi em 2008 e eu senti o preconceito na pele, mas não na minha. Na dos outros. Senti o preconceito na geografia, morando numContinuarContinuar lendo “let there be justice for all”

o tanque que a vida é

Não pude evitar reparar que no Dia da Consciência Negra, a maior parte dos que viam o show de Zélia Duncan (com Rappin Hood, Anelis Assumpção e Tulipa Ruiz) eram brancos e que, perto de nós, um senhor negro procurava latas de alumínio no lixo. Eram negros também os vendedores ambulantes que tiveram as mercadoriasContinuarContinuar lendo “o tanque que a vida é”

novos começos

Eu e Vinícius crescemos juntos por caminhos separados. Ter sido chamada para fotografar a peça Do fim do mundo, que é o trabalho de conclusão de curso dele com o Artur, foi um motivo todo especial de alegria. Claro que sou suspeita pra falar, mas achei incrível o desafio que eles resolveram enfrentar criando umaContinuarContinuar lendo “novos começos”