Três aquarelas MelAnaStephanie & David
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toda nudez será castigada
o crime do restaurante chinês
O crime do restaurante chinês começou a me cercar algumas semanas antes de eu poder lê-lo. Enquanto eu terminava os trabalhos da faculdade, o Caio se afundava nas páginas desse livro do Boris Fausto. Conhecendo meu namorado, comecei a ficar aflita pelo fato de ele ter acabado um livro com enredo policial e estar prontoContinuarContinuar lendo “o crime do restaurante chinês”
referência: rené magritte
La Reproduction Interdite, de René Magritte
de uma vez por todas
Depois de dez anos que comecei a ler Harry Potter e a Pedra Filosofal, assisti ao último filme da série. Ter começado o primeiro livro aos 11 anos e terminado o último aos 17 me fez ter a impressão de que minha adolescência foi muito influenciada pelo menino que sobreviveu. Passei por diferentes níveis de fanatismo. FuiContinuarContinuar lendo “de uma vez por todas”
anos de ouro
Ontem foi a comemoração de 50 anos de casamento dos meus avós. Pela manhã, depois de ir à dentista (sem novos dentes do siso, como da outra vez), passei na casa deles. Mexi em caixas de fotos, tirei algumas fotos novas. Essa sessão, então, é sobre o casamento deles, sobre a minha família, mas tambémContinuarContinuar lendo “anos de ouro”
a dor e a beleza, parte 2
Meio milhão de agradecimentos, então a Vivian, Flávia, Lorena, Bruna, Elly, Stephanie e Helena que aparecem nessas fotos do segundo filme da série.Dialogando com a parte 1, o Ricardo, do Elevado a três, postou A culpa e a impotência (notas sobre ser homem, reação ao masculinismo) na República dos Cabaços.E as fotos por si sóContinuarContinuar lendo “a dor e a beleza, parte 2”
a dor e a beleza, parte 1
Comecei um novo projeto fotográfico, que pensei pra mim há já algum tempo, tomou forma e agora está quase completo. Essa série se chama The pain and the beauty [A dor e a beleza] e é sobre ser mulher. Me dói e me encanta ser mulher e por isso quis uma explicação visual para esseContinuarContinuar lendo “a dor e a beleza, parte 1”
vamos pra rua!
Sou mais uma das vozes a dizer que a marcha da liberdade foi bonita de ver e de viver. Deixei meus estudos sobre o processo abolicionista no Brasil e fui para a rua gritar por liberdade. Encontrei pessoas queridas, bons amigos, conhecidos simpáticos. Gosto dessas coisas meio catárticas e bastante politizadas. As pessoas se juntandoContinuarContinuar lendo “vamos pra rua!”
criativos comuns
Sair da cidade às vezes não é possível. Sair é o passo mais difícil. É carregar consigo um mundo e transportá-lo para outro lugar, nem sempre receptivo. Sair é ir além do conhecido, já nos ensinaram os nômades ancestrais. Pra sair não basta coragem; é preciso algo mais: ímpeto. A cidade nasceu da soma dasContinuarContinuar lendo “criativos comuns”