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através da lente de plástico
Há um consenso velado de que para pleitear espaço na hipsterlândia é preciso usar câmera com lente de plástico. Garanto meu lugar ao sol com uma Beirette vsn, encontrada escondida na casa dos meus avós, em 2006. Da última vez em que revelei fotos com ela, escrevi um post aqui.
o espaço deixado por aziz
Assim que minha mãe soube da morte de Aziz Ab’Sáber, me telefonou. Eu estava na aula e fui informada pelo professor tão logo ele começou a falar. A sala soltou uma interjeição de espanto e eu propriamente tive que lidar com a estranha sensação de falta que a notícia me proporcionou. Nunca conversei com oContinuarContinuar lendo “o espaço deixado por aziz”
11 em 11.11.11
Onze fotos do dia 11 de novembro de 2011.
três trilhas
Num domingo quente de inverno, em que fomos à Pedra Grande, ver a cidade do alto. Nesse intervalo, conhecemos gente nova, comemos comida boa, (também comemos comida nova e conhecemos gente boa), e andamos pela mata em três trilhas, o que nos deu alguns quilômetros de caminhada e uma fuga de São Paulo dentro delaContinuarContinuar lendo “três trilhas”
a dor e a beleza, parte 2
Meio milhão de agradecimentos, então a Vivian, Flávia, Lorena, Bruna, Elly, Stephanie e Helena que aparecem nessas fotos do segundo filme da série.Dialogando com a parte 1, o Ricardo, do Elevado a três, postou A culpa e a impotência (notas sobre ser homem, reação ao masculinismo) na República dos Cabaços.E as fotos por si sóContinuarContinuar lendo “a dor e a beleza, parte 2”
a dor e a beleza, parte 1
Comecei um novo projeto fotográfico, que pensei pra mim há já algum tempo, tomou forma e agora está quase completo. Essa série se chama The pain and the beauty [A dor e a beleza] e é sobre ser mulher. Me dói e me encanta ser mulher e por isso quis uma explicação visual para esseContinuarContinuar lendo “a dor e a beleza, parte 1”
as viagens formam a juventude
Lembranças de um verão há pouco finito
Lira dos 20 anos
Autorretratos dos meus vinte anos. Hoje ganho o fatídico “E”, de vinte-E-um. CISMAR Fala-me, anjo de luz! és gloriosoÀ minha vista na janela à noiteComo divino alado mensageiroAo ebrioso olhar dos frouxos olhosDo homem, que se ajoelha para vê-lo,Quando resvala em preguiçosas nuvens,Ou navega no seio do ar da noite.ROMEU Ai! quando de noite, sozinhaContinuarContinuar lendo “Lira dos 20 anos”
Todos emigram
Cantos Dos EmigrantesCordel Do Fogo Encantado Com seus pássarosOu a lembrança dos seus pássarosCom seus filhosOu a lembrança dos seus filhosCom seu povoOu a lembrança de seu povoTodos emigram De uma pátria a outra do temploDe uma praia a outra do AtlânticoDe uma serra a outra das cordilheirasTodos emigram Para o corpo de BereniceOu oContinuarContinuar lendo “Todos emigram”