de uma vez por todas

Depois de dez anos que comecei a ler Harry Potter e a Pedra Filosofal, assisti ao último filme da série. Ter começado o primeiro livro aos 11 anos e terminado o último aos 17 me fez ter a impressão de que minha adolescência foi muito influenciada pelo menino que sobreviveu. Passei por diferentes níveis de fanatismo. FuiContinuar lendo "de uma vez por todas"

anos de ouro

Ontem foi a comemoração de 50 anos de casamento dos meus avós. Pela manhã, depois de ir à dentista (sem novos dentes do siso, como da outra vez), passei na casa deles. Mexi em caixas de fotos, tirei algumas fotos novas. Essa sessão, então, é sobre o casamento deles, sobre a minha família, mas tambémContinuar lendo "anos de ouro"

a dor e a beleza, parte 2

Meio milhão de agradecimentos, então a Vivian, Flávia, Lorena, Bruna, Elly, Stephanie e Helena que aparecem nessas fotos do segundo filme da série.Dialogando com a parte 1, o Ricardo, do Elevado a três, postou A culpa e a impotência (notas sobre ser homem, reação ao masculinismo) na República dos Cabaços.E as fotos por si sóContinuar lendo "a dor e a beleza, parte 2"

a dor e a beleza, parte 1

Comecei um novo projeto fotográfico, que pensei pra mim há já algum tempo, tomou forma e agora está quase completo. Essa série se chama The pain and the beauty [A dor e a beleza] e é sobre ser mulher. Me dói e me encanta ser mulher e por isso quis uma explicação visual para esseContinuar lendo "a dor e a beleza, parte 1"

vamos pra rua!

Sou mais uma das vozes a dizer que a marcha da liberdade foi bonita de ver e de viver. Deixei meus estudos sobre o processo abolicionista no Brasil e fui para a rua gritar por liberdade. Encontrei pessoas queridas, bons amigos, conhecidos simpáticos. Gosto dessas coisas meio catárticas e bastante politizadas. As pessoas se juntandoContinuar lendo "vamos pra rua!"

criativos comuns

Sair da cidade às vezes não é possível. Sair é o passo mais difícil. É carregar consigo um mundo e transportá-lo para outro lugar, nem sempre receptivo. Sair é ir além do conhecido, já nos ensinaram os nômades ancestrais. Pra sair não basta coragem; é preciso algo mais: ímpeto. A cidade nasceu da soma dasContinuar lendo "criativos comuns"

sobre a cidade e sua gente

Um homem caminha pela rua, o sino toca três horas, seus olhos miram ao longe. Ali, um segundo homem, seu conhecido. O mundo acontecendo enquanto eles se recordam dos anos passados, da amizade corriqueira, dos bolos de fubá que comiam sentados à mesa da cozinha. O tempo passara para ambos. O tempo, na verdade, passaraContinuar lendo "sobre a cidade e sua gente"

é tudo verossímil

Não é possível desconfiar da realidade o tempo todo. Ou talvez seja, mas não sem conseqüências trágicas. É complicado viver pensando que tudo pode ser um sonho o tempo todo ou que estamos em matrix. Há uma verdade cotidiana, em que, muitas vezes, acreditamos por falta de possibilidade de parar e fazer a crítica.A verdadeContinuar lendo "é tudo verossímil"